{"id":6203,"date":"2024-06-10T12:49:38","date_gmt":"2024-06-10T15:49:38","guid":{"rendered":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/?p=6203"},"modified":"2024-06-10T14:49:55","modified_gmt":"2024-06-10T17:49:55","slug":"em-livro-ney-bello-discute-a-democracia-e-o-papel-do-judiciario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/em-livro-ney-bello-discute-a-democracia-e-o-papel-do-judiciario\/","title":{"rendered":"Em livro, Ney Bello discute a democracia e o papel do Judici\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Obra ser\u00e1 lan\u00e7ada nesta segunda-feira, \u00e0s 18h, na Academia Maranhense de Letras<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"560\" height=\"430\" src=\"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem-do-WhatsApp-de-2024-06-10-as-09.35.17_290dff33.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6204\" srcset=\"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem-do-WhatsApp-de-2024-06-10-as-09.35.17_290dff33.jpg 560w, https:\/\/academiamaranhense.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem-do-WhatsApp-de-2024-06-10-as-09.35.17_290dff33-300x230.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>O escritor e desembargador federal Ney Bello lan\u00e7a nesta segunda-feira (10), \u00e0s 18h, o livro \u201cE os ju\u00edzes foram embora de Berlim e outras inquieta\u00e7\u00f5es\u201d (Editora JusPodium), na sede da Academia Maranhense de Letras (rua da Paz, 84, Centro). Com pref\u00e1cio do ministro da Justi\u00e7a Ricardo Lewandowiski, a obra traz reflex\u00f5es profundas acerca da din\u00e2mica social dos tempos atuais sob a \u00f3tica da globaliza\u00e7\u00e3o, da modernidade e da p\u00f3s-modernidade, nas quais busca compreender a racionalidade subjacente \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma democracia em permanente evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Lewandowski, o livro re\u00fane textos relacionados a problemas hist\u00f3ricos e sociais que, direta ou indiretamente, t\u00eam reflexos sobre a compreens\u00e3o do direito em um determinado tempo hist\u00f3rico. Ao longo de suas indaga\u00e7\u00f5es, Ney Bello dedica consider\u00e1vel espa\u00e7o ao papel exercido pelo Judici\u00e1rio na sociedade contempor\u00e2nea, embora lamente que, n\u00e3o raro, ele reflita o sentimento de \u201cinstitui\u00e7\u00f5es acuadas pela opini\u00e3o p\u00fablica, pelos likes das redes sociais e pelo imediatismo do desejo de punir\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suas an\u00e1lises, Ney Bello observa que h\u00e1 em curso uma \u00e2nsia pela puni\u00e7\u00e3o do \u201cinimigo\u201d, que nessa l\u00f3gica disfuncional deve ser saciada \u201cquase que num gozo\u201d, a despeito do direito, dos direitos e de todas as conquistas da modernidade \u201cque n\u00e3o podem ser vilipendiadas, sob pena de descaracteriza\u00e7\u00e3o de nosso Estado Democr\u00e1tico de Direito\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento do livro contar\u00e1 com as presen\u00e7as do presidente da AML, Lourival Serejo, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Fl\u00e1vio Dino (que tamb\u00e9m faz a apresenta\u00e7\u00e3o do livro) e do ex-presidente da Rep\u00fablica e escritor Jos\u00e9 Sarney, dentre outros acad\u00eamicos, magistrados, operadores do Direito, estudantes e professores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o autor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ney Bello, al\u00e9m de membro da Academia Maranhense de Letras, \u00e9 magistrado de carreira e atualmente ocupa o cargo de desembargador no Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o. \u00c9 mestre pela Universidade Federal de Pernambuco, doutor pela Universidade Federal de Santa Catarina e p\u00f3s-doutor pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul. \u00c9 tamb\u00e9m professor da Universidade de Bras\u00edlia e frequentou v\u00e1rios cursos de extens\u00e3o universit\u00e1ria no Brasil e no exterior, em especial na B\u00e9lgica, It\u00e1lia, Estados Unidos e Portugal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o t\u00edtulo<\/strong> O t\u00edtulo do livro faz refer\u00eancia a uma conhecida hist\u00f3ria que entrou para o folclore jur\u00eddico. Em 1745, o rei Frederico II, da Pr\u00fassia, ao olhar pelas janelas de seu rec\u00e9m-constru\u00eddo pal\u00e1cio de ver\u00e3o, cismou que um velho moinho lhe perturbava a vis\u00e3o dos jardins. Os seus ministros apressaram-se ent\u00e3o em intimar o dono do moinho a demoli-lo. O dono do moinho recusou-se a cumprir a ordem de Frederico II, argumentando que n\u00e3o temia a autoridade do soberano, por mais poderosa que fosse, pois acreditava que \u201cainda havia ju\u00edzes em Berlim\u201d. Essa frase passou a representar a cren\u00e7a das pessoas comuns na exist\u00eancia de magistrados justos e independentes.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra ser\u00e1 lan\u00e7ada nesta segunda-feira, \u00e0s 18h, na Academia Maranhense de Letras O escritor e desembargador federal Ney Bello lan\u00e7a nesta segunda-feira (10), \u00e0s 18h, o livro \u201cE os ju\u00edzes foram embora de Berlim e outras inquieta\u00e7\u00f5es\u201d (Editora JusPodium), na sede da Academia Maranhense de Letras (rua da Paz, 84, Centro). 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