{"id":840,"date":"2022-01-01T00:05:53","date_gmt":"2022-01-01T03:05:53","guid":{"rendered":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/patronos\/celso-magalhaes\/"},"modified":"2022-11-22T16:55:02","modified_gmt":"2022-11-22T19:55:02","slug":"celso-magalhaes","status":"publish","type":"patronos","link":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/patronos\/celso-magalhaes\/","title":{"rendered":"Celso da Cunha Magalh\u00e3es"},"content":{"rendered":"","protected":false},"featured_media":5615,"template":"","categories":[],"cat_patronos":[279,233],"class_list":["post-840","patronos","type-patronos","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","cat_patronos-279","cat_patronos-patrono"],"acf":{"cadeira":5,"naturalidade":"Penalva - MA","data_de_nascimento:":"11 de novembro de 1849","data_de_falecimento":"09 de junho de 1879","biografia":"<em id=\"\">Celso<\/em> da Cunha <em id=\"\">Magalh\u00e3es<\/em> nasceu na fazenda Descanso, no hoje munic\u00edpio de Penalva, a 11 de novembro de 1849 e faleceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 9 de junho de 1879. Eram seus pais o tenente-coronel Jos\u00e9 Mariano da Cunha e Maria Quit\u00e9ria de Magalh\u00e3es Cunha. Estudou primeiras letras na sua cidadezinha natal que ele evocaria saudosamente nos versos. Passou-se em seguida a S\u00e3o Lu\u00eds e depois ao Recife, onde cursou a Faculdade de Direito, tendo colado grau em Ci\u00eancias Sociais e Jur\u00eddicas, ao termo de um curso brilhante. Estudante no Recife, participou de v\u00e1rios movimentos de renova\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria e cultural. Teve, marginalmente, na sua \u00e9poca, os olhos abertos para os estudos do folclore como ci\u00eancia. E acad\u00eamico ainda, mas de pensamento maduro e alicer\u00e7ada cultura human\u00edstica, publicou no Recife e em S\u00e3o Lu\u00eds um magistral ensaio sobre a nossa poesia popular. Regressando formado, foi nomeado por Gomes de Castro promotor p\u00fablico da Capital, sendo demitido pelo Bar\u00e3o de Graja\u00fa, por haver denunciado a esposa deste titular do Imp\u00e9rio, acusada da morte de dois escravos. Celso era de uma inteireza moral rara em nossos dias, como bem patenteia a sua posi\u00e7\u00e3o no ruidoso caso judici\u00e1rio em que p\u00f4s o dever acima das conveni\u00eancias. Incursionou superiormente por diversos caminhos liter\u00e1rios: o teatro, a poesia, o romance e o ensaio, a cr\u00edtica liter\u00e1ria, o folclore. Colaborou ativamente nos jornais <em id=\"\">Seman\u00e1rioMaranhense<\/em>, <em id=\"\">O Pa\u00eds, O Tempo,<\/em> de S\u00e3o Lu\u00eds, e, em Recife, nas folhas<em id=\"\"> Jornal do Recife, Correio Pernambucano, O Trabalho <\/em>e<em id=\"\"> Oiteiro Acad\u00eamico.<\/em>","bibliografia":"<ol id=\"\">\r\n \t<li id=\"\"><em id=\"\">Ela por ela<\/em>, novela publicada no <em id=\"\">O Pa\u00eds.<\/em> Maranh\u00e3o, 1870.<\/li>\r\n \t<li id=\"\"><em id=\"\">Versos<\/em>. Maranh\u00e3o: Tip. B. de Matos, 1870.<\/li>\r\n \t<li id=\"\"><em id=\"\">Um estudo de temperamento, <\/em>romance naturalista. Publicado na <em id=\"\">Revista Brasileira<\/em>, ano 3, tomo IX, p. 91-114, 183-93, 267-85, 339-64, 445-63, e tomo X, p. 81-97, 175-88, 257-73, 345-58, 431-45. Foi conclu\u00edda a publica\u00e7\u00e3o no <em id=\"\">O Pa\u00eds.<\/em> Maranh\u00e3o, 1870.<\/li>\r\n \t<li id=\"\"><em id=\"\">Pelo correio,<\/em> Publicada em folhetim no <em id=\"\">Di\u00e1rio do Maranh\u00e3o,<\/em> 1873.<\/li>\r\n \t<li id=\"\">Pr\u00f3logo do drama em 5 atos <em id=\"\">O Evangelho e o Silabus<\/em>, de Rangel de S. Paio. Maranh\u00e3o, 1873.<\/li>\r\n \t<li id=\"\"><em id=\"\">A poesia popular brasileira,<\/em> estudo publicado no <em id=\"\">O Trabalho,<\/em> de Recife em 1873 e no <em id=\"\">O Domingo,<\/em> jornalzinho de Artur Azevedo (ns. 16, 20, 21, 23, 27, 29, 31, 32, respectivamente). xxxx<\/li>\r\n \t<li id=\"\">Cr\u00f4nicas Teatrais, publicadas sob o pseud\u00f4nimo de Giacomo de Mortorello no <em id=\"\">Jornal do Recife<\/em> e no <em id=\"\">O Pa\u00eds.<\/em><\/li>\r\n \t<li id=\"\">O Processo Valadares, tentativa dram\u00e1tica, 1873. Publicada uma parte na revista <em id=\"\">Ateneida<\/em>, n\u00ba 1. S\u00e3o Lu\u00eds, Maranh\u00e3o, 1912.<\/li>\r\n \t<li id=\"\">O Padre Estanislau, drama. Perderam-se os manuscritos.<\/li>\r\n \t<li id=\"\">O Habeas-Corpus. Perderam-se os manuscritos.<\/li>\r\n<\/ol>\r\n\u200d","":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/patronos\/840","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/patronos"}],"about":[{"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/patronos"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/patronos\/840\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5823,"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/patronos\/840\/revisions\/5823"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5615"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=840"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=840"},{"taxonomy":"cat_patronos","embeddable":true,"href":"https:\/\/academiamaranhense.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/cat_patronos?post=840"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}